segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Estimulação 0 - 2meses






ESTIMULANDO O DESENVOLVIMENTO DE SEU FILHO
 DE ZERO A DOIS MESES  

Todo bebê, desde o nascimento, tem a capacidade de ver, ouvir, cheirar e sentir o mundo que o envolve. Todas as sensações provenientes do meio em que vive são fundamentais para o desenvolvimento e o amadurecimento de seu sistema nervoso,  o que equivale a dizer de sua inteligência.
 Muitos pais, por não conhecerem o princípio básico do desenvolvimento infantil, deixam de propiciar, durante a primeira infância, uma vida rica em vivências e experiências, dificultando, sem querer, a utilização plena de todo o potencial intelectual da criança. É um dos maiores erros que podem existir na educação, uma vez que é durante os primeiros anos de vida que o cérebro estabelece, de maneira definitiva, como e com quais recursos vai dirigir o seu funcionamento.
 A falta de adequada estimulação durante a primeira infância é uma das principais causas de insucesso escolar, o que compromete, irremediavelmente, todo o futuro profissional e social do indivíduo.
 Pensando em contornar o problema, segue alguns princípios básicos para melhorar a qualidade do relacionamento entre os pais e o bebê, visando à estimulação do desenvolvimento neurológico, afetivo, intelectual e social, durante a primeira infância.

     Converse com seu filho
    Crie o hábito de conversar com a criança sempre que estiver acordada. Cantarole durante o banho. Brinque durante as trocas de roupas e de fraldas. Durante os afazeres domésticos, deixe o bebê por perto e converse com ele a respeitos das coisas do dia-a-dia. Leve a criança para escutar a sua conversa com os amigos e vizinhos. Não acostume a criança a ficar sozinha no berço. O cérebro precisa do estímulo auditivo para desenvolver-se e aprender a utilizar a linguagem. Fale devagar, calmamente, e repita bastante as mesmas palavras, para que se habitue a reconhecer os sons.

     Estimule seus movimentos
    Não prenda as pernas e os braços do bebê com faixas, mantas e roupas apertadas. Desde o primeiro dia de vida, utilize roupas e agasalhos que lhe permitam movimentos livres. Movimente-lhe você mesmo, de maneira delicada, os braços e pernas. Deixe que a criança lhe toque o rosto e os objetos e brinquedos que a cercam. No início, não terá coordenação para fazer isto sozinha mas, se você ajudar, logo estará aprendendo.

     Ajude seu filho a ver o mundo.
    Quando estiver acordado, segure-o em posição elevada, com as costas para você, e mostre-lhe de perto os objetos, os brinquedos, as pessoas da casa. Apresente-lhe brinquedos coloridos ou luminosos e movimente-os, para que ele possa acompanhá-los com o olhar e a cabeça. Lembre-se de que os bebês não conseguem enxergar de longe e habitue-se a aproximá-lo das coisas.

     Passeie com ele
Não restrinja o mundo de seu filho a um quarto dentro de casa. Passeie com ele por outros ambientes. Se o tempo estiver bom, saia com ele para as pequenas compras. Leve-o às casas dos parentes e amigos. Passeie pelas ruas, por praças, parques e jardins. Durante o passeio, demonstre alegria e fale o nome das coisas em que estiver demonstrando interesse. Repita o passeio sempre que puder. Ele vai gostar de reconhecer as coisas e os locais por onde esteve anteriormente.

     Modifique a postura do bebê
Não acostume a criança a ficar deitada em apenas uma posição. Coloque-a de costas, de bruços, de lado, sentada, de pé, estimulando-a a perceber as diferentes possibilidades de relacionamento corporal com o mundo.

     Acaricie seu filho
Afague, delicada e lentamente, todas as partes do corpo do bebê. Aperte suavemente os dedos dos pés e das mãos, enquanto conversa ou cantarola carinhosamente. Isto vai ajudá-lo a perceber melhor o próprio corpo e aprender a controlar os movimentos.

     Olhe nos olhos
    Acostume seu filho com este tipo de contato visual desde o nascimento. A expressão facial da pessoa é muito rica em informações de caráter emocional, e o reconhecimento das informações é tão importante quanto o reconhecimento da mensagem verbal. O desenvolvimento psicológico da criança depende muito de sua capacidade de interpretar as mensagens não-verbais emitidas pelos familiares.
 

Puericultura



O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, do nascimento até os 5 anos de idade, é de fundamental importância para a promoção à saúde da criança e prevenção de agravos, identificando situações de risco e buscando atuar de forma precoce nas intercorrências. Ações aparentemente simples como pesar, medir, avaliar habilidades contribuem para a melhoria da saúde infantil.
O termo “puericultura” etimologicamente quer dizer: puer = criança e cultur/cultura = criação, cuidados dispensados a alguém. O crescimento representa um dos sinais mais importantes de saúde da criança, sendo considerado o pré-requisito para qualquer estratégia de promoção da saúde infantil, recomendado e reconhecido como uma importante ação de saúde. Com o intuito de garantir a extensão da cobertura do atendimento infantil na rede básica de saúde e assegurar simultaneamente o aumento da capacidade resolutiva desses serviços, desde 1984 o Ministério de Saúde prioriza cinco ações básicas de saúde, com eficácia comprovada para a redução da morbimortalidade infantil: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil; promoção do aleitamento materno e orientação alimentar para o desmame; prevenção e controle das doenças diarreicas; prevenção e controle das infecções respiratórias agudas; e imunização. O conjunto dessas cinco ações básicas visa assegurar a integralidade e a sistematização do atendimento prestado pelos profissionais de saúde inseridos nos diversos serviços de saúde, deslocando o enfoque de uma assistência baseada em doenças para uma modalidade de atenção que contemple a criança no seu processo de crescimento e desenvolvimento, que constitui o eixo central do atendimento prestado, uma vez que permite evidenciar, de maneira precoce, os transtornos que afetam a saúde, a nutrição e o desenvolvimento da criança. A avaliação periódica da saúde da criança permite o acompanhamento do progresso individual, identificando aquelas de maior risco de morbimortalidade, sinalizando o alarme precoce para a desnutrição e a obesidade, causa básica da instalação ou do agravamento da maior parte dos problemas de saúde infantil. Esse monitoramento do crescimento também possibilita o incentivo ao aleitamento materno exclusivo, a orientação adequada da introdução da alimentação complementar, prevenindo problemas comuns durante o primeiro ano de vida.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL(PCA)

Persistência do canal arterial em recém-nascidos prematuros


O canal arterial é um largo vaso que comunica a artéria pulmonar com a aorta no feto. É uma estrutura de grande importância nesse período da vida, pois uma maior porção do débito ventricular combinado passa através dessa comunicação à aorta descendente e à placenta. Isso se deve ao maior volume ejetado pelo ventrículo direito e à pequena quantidade de sangue direcionado aos pulmões. Esse sangue contém uma pressão de oxigênio menor que o da aorta.
O fechamento funcional do canal arterial no recém-nascido a termo ocorre com 12 a 15 horas de vida, e o permanente, com 5 a 7 dias, alcançando, em alguns casos, até o 21º dia. No prematuro, o canal arterial permanece aberto por um período mais prolongado, e a freqüência da persistência do canal arterial é proporcionalmente maior quanto mais imaturo for o recém-nascido.O mecanismo da manutenção da abertura do canal ainda é desconhecido.
A persistência sintomática do canal arterial é definida pela presença do sopro cardíaco, pela taquicardia, pelo precórdio hiperdinâmico e pelo aumento da amplitude de pulso. Este critério, no entanto, não mostra boa correlação com a repercussão hemodinâmica nos primeiros dias de vida, que é determinada pela quantidade de sangue desviado da esquerda para a direita pelo canal arterial. Ademais, o quadro clínico varia com a idade gestacional do recém-nascido.
Assim como a clínica, o eletrocardiograma e a radiografia de tórax são exames complementares de pouca efetividade no diagnóstico e na quantificação da repercussão hemodinâmica do canal arterial. Por isso, o ecocardiograma tem um papel primordial na condução e no diagnóstico do canal arterial do recém-nascido prematuro.
Medidas do ecocardiograma, tais como diâmetro do átrio esquerdo, relação do átrio esquerdo com o diâmetro da aorta, diâmetro do canal arterial, padrão de fluxo na aorta descendente e no ramo esquerdo da artéria pulmonar, têm sido usadas para quantificar o canal arterial. Essa quantificação é muito importante para a decisão da conduta e na diferenciação diagnóstica, pois o quadro clínico nesses pacientes está, na maioria das vezes, sobreposto às alterações pulmonares. A diferenciação do predomínio entre a repercussão hemodinâmica do canal arterial e a severidade do comprometimento pulmonar é mais difícil quanto mais prematuro for o paciente. Outrossim, a mortalidade está diretamente relacionada aos canais arteriais de repercussão hemodinâmica.
Os canais arteriais de repercussão hemodinâmica podem estar associados também a complicações importantes. A presença de persistência do canal arterial em prematuro de baixo peso é um risco independente do desenvolvimento de enterite necrotizante.A prevenção da prematuridade e o fechamento de canal arterial clinicamente significante mostram forte evidência de diminuição de ocorrência de casos ou de severidade de displasia broncopulmonar.O fechamento do canal arterial reduz também o risco de hemorragia pulmonar.
Com o tratamento atual, seja medicamentoso ou cirúrgico, o prognóstico desses pacientes tem melhorado significativamente.
O ibuprofeno também tem sido utilizado na terapêutica dessa anomalia. O resultado da efetividade tem sido semelhante à indometacina, mas parece aumentar o risco de doença pulmonar crônica e a hipertensão pulmonar .
A utilização de indometacina como tratamento profilático reduz o número de canais arteriais sintomáticos, a necessidade de cirurgia e de hemorragia intraventricular grave.
A mortalidade cirúrgica hoje é extremamente baixa, mas complicações como pneumotórax e maior incidência de retinopatia de prematuridade grau II e IV têm sido descritas. Com esse tratamento, o risco de falência no fechamento do canal diminui significativamente.
Mais importante do que o tipo de terapêutica a ser adotada é reconhecer o paciente que deve ser submetido ao tratamento. Isso é fundamental
O CORAÇÃO DO BEBÉ PREMATURO


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O fato de ter nascido prematuramente não significa que o seu filho seja um bebê com mais risco de ter uma malformação cardíaca congênita. O coração do feto forma-se durante as primeiras oito semanas da gravidez, portanto, mesmo que o parto seja prematuro, o coração já está completamente formado nessa altura. No entanto, o coração e os pulmões de um bebê prematuro ainda não têm a maturidade suficiente para se adaptar à vida fora do útero, pelo que podem surgir algumas complicações cardiovasculares. O sistema cardiovascular tem uma organização distinta antes e após o nascimento. Em todos nós, o coração e o pulmão funcionam de forma coordenada. O coração garante que o sangue passe pelas artérias pulmonares, enquanto o pulmão assegura a oxigenação desse sangue, através da respiração. Assim, o sangue pobre em oxigênio chega a uma das quatro cavidades do coração, a aurícula direita, que o vai dirigir para o ventrículo direito, que tem capacidade de ejetar o sangue às artérias pulmonares. Ao circular pelas artérias pulmonares o sangue é enriquecido progressivamente em oxigênio, regressando depois novamente ao coração, a outra cavidade, a aurícula esquerda que o envia ao ventrículo esquerdo. Este é capaz de gerar a força suficiente para ejetar o sangue para a aorta, a artéria principal que sai do coração e que se ramifica em artérias progressivamente mais pequenas que distribuem esse sangue, rico em oxigênio, para todo o corpo. Ao contrário do que acontece conosco, o feto não respira, dependendo da placenta da mãe para realizar as trocas gasosas, ou seja, para receber oxigênio e eliminar dióxido de carbono. Por esse motivo, não é necessário que todo o sangue que chega ao coração passe para os pulmões. Assim, existe uma artéria que liga a artéria pulmonar à aorta, denominada canal arterial, que permite que o sangue que sai do ventrículo direito seja desviado diretamente para a aorta, sem passar pelas artérias pulmonares que se encontram maioritariamente fechadas. Após o nascimento, quando o bebê respira, as artérias pulmonares abrem rapidamente e o sangue tem de passar pelos pulmões para ser oxigenado. A partir desse momento, o canal arterial deixa de ter utilidade e inicia-se o processo que leva ao seu encerramento, em alguns dias. Nos recém-nascidos prematuros, dada a sua imaturidade, o canal arterial não está preparado para encerrar, pelo que muitas vezes se mantém aberto, permitindo que sangue da aorta (destinado a ser enviado para o corpo) volte para as artérias pulmonares. Se o canal arterial for muito pequeno, a quantidade de sangue também o é, não provocando complicações. Pelo contrário, se o canal arterial for muito grande, vai permitir a passagem de grandes quantidades de sangue da aorta para as artérias pulmonares, causando dois tipos de problemas: 1) excesso de sangue dirigido aos pulmões, com dificuldades na função pulmonar; 2) roubo de sangue que deveria ser enviado a outros órgãos, como o rim ou o intestino, podendo provocar alterações do funcionamento desses órgãos. Quando o canal arterial não encerra atempadamente, diz-se que existe um canal arterial patente ou persistência do canal arterial (PCA). O exame físico do bebé permite que se coloque em hipótese este diagnóstico, mas a sua confirmação depende da realização de um ecocardiograma, ou seja, de uma ecografia ao coração. Quando o canal arterial é muito grande necessita ser encerrado, recorrendo-se ao tratamento com um medicamento anti-inflamatório (o mais usual é a indometacina) que vai facilitar o processo. Nos casos em que esse medicamento não é eficaz, ou quando o recém-nascido tem outros problemas a impedir a sua utilização, pode ser necessário realizar o encerramento por cirurgia O encerramento cirúrgico do canal arterial não é uma cirurgia de “coração aberto”.O cirurgião, geralmente na Unidade de Cuidados Intensivos, realiza uma pequena incisão na porção lateral do tórax do recém-nascido prematuro e encerra o canal arterial ligando-o com uma seda ou fechando-o com um clip. O bebê não sofre porque está anestesiado durante esta pequena operação, que resolve, definitivamente, o seu problema cardíaco.
 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

CERTIDÃO DE NASCIMENTO: Como registrar meu bebê

Preciso fazer o registro logo que o bebê nascer?

A Declaração Universal dos Direitos da Criança, aprovada em 1959 pela ONU, diz que toda criança tem direito a um nome desde o nascimento, e a lei brasileira dá várias facilidades para que os pais cumpram essa obrigação com rapidez. Afinal, sem um nome e uma certidão de nascimento é como se a pessoa não existisse aos olhos do Estado. Por isso, faça o registro logo que o bebê nascer, preferencialmente na primeira semana de vida.
O procedimento é gratuito e deve ser feito no cartório de registro civil cuja jurisdição abranja a maternidade ou a residência dos pais. Pergunte no hospital onde o bebê nasceu onde o registro deve ser feito. Às vezes há plantonista do cartório na própria maternidade, e a certidão pode ser tirada lá mesmo.


O que é preciso levar para fazer o registro?

O documento básico a ter em mãos para o registro é a Declaração de Nascido Vivo (DNV), que deve ser expedida pela maternidade ou hospital que realizou o parto. Ali constam as informações que aparecerão na futura certidão, como o local e horário do nascimento. Também serão necessários documentos de identidade dos pais. Veja quem precisa comparecer e com que documentos caso a caso:
  • Pais casados: Basta a presença do pai ou da mãe, com documento de identidade e certidão de casamento, além da Declaração de Nascido Vivo. Não é preciso levar o bebê para mostrá-lo ao oficial, mas não há inconveniente em fazê-lo – alguns cartórios oferecem até fraldário para os usuários.
  • Pais não casados: O homem pode fazer o registro munido do seu documento pessoal e do documento da mãe da criança, além da DNV. Em caso de o pai estar ausente, ele pode reconhecer a paternidade por meio de uma declaração com firma reconhecida, ou concedendo procuração específica e registrada em cartório para que se faça o registro. Até 1997, a lei exigia que pai e mãe comparecessem ao cartório quando não eram casados.
  • Mãe solteira: A mãe deve comparecer ao cartório com a DNV e documentos de identidade. Se não estiver acompanhada do pai da criança e não trouxer uma declaração de reconhecimento da paternidade, será orientada no cartório a declarar quem é o suposto pai, que então será chamado pela Justiça – se houver dúvidas, ela pode até apontar mais de um homem.
Se a mulher preferir não identificar o pai, só o nome dela constará na certidão de nascimento, com a paternidade em branco (sem expressões como "pai ignorado"). A qualquer momento, a mulher pode decidir indicar o pai da criança, e após investigação de paternidade e comprovação judicial o registro será refeito constando o nome dele.
  • Mãe menor de 16 anos: A mãe precisa comparecer ao cartório acompanhada de um responsável (o avô da criança, por exemplo). Ainda assim, a jovem pode ser orientada a assinar um termo de ciência do registro, para evitar uma contestação depois que ela atingir a maioridade.
  • Filhos de brasileiros nascidos no exterior: Podem ser registrados no consulado mais próximo, mas o registro será transferido para o 1o Ofício do Registro Civil da cidade de residência (ou do Distrito Federal, caso não haja domicílio conhecido no Brasil).
  • Parto em casa (sem Declaração de Nascido Vivo): Será preciso levar duas testemunhas ao cartório, entre elas a parteira, se houver. A lei autoriza até mesmo que o oficial vá à casa do recém-nascido comprovar sua existência. Outra possibilidade é que o Ministério Público ou a Justiça sejam acionados para comprovar o nascimento nessas circunstâncias.
  • Impossibilidade de os pais comparecerem ao cartório: Em casos excepcionais, o registro pode ser feito por uma procuração específica, na qual conste o nome dos pais e do recém-nascido. O impedimento do pai e da mãe precisa ser comprovado, e o registro pode ser feito por um parente maior de idade, por um administrador hospitalar ou uma "pessoa idônea" que tenha assistido o parto, segundo a minuciosa lei federal 6.015, que regulamenta até mesmo o registro de crianças abandonadas (devem ser registradas por quem encontra ou cuida, respeitados os prazos legais) e de índios não-integrados (os únicos dispensados do registro civil).

O que acontece se eu não registrar o bebê logo que ele nascer?

A lei estabelece um prazo de 15 dias para o registro, ou três meses e meio quando o cartório fica a mais de 30 quilômetros do local de nascimento. No caso de a mãe ser a responsável única pelo registro, o prazo é de 45 dias, para contar o repouso após o parto. Desde 2001, porém, não existe mais multa para quem descumpre o prazo. A única diferença é que, depois do tempo previsto na lei, só é possível realizá-lo no cartório relativo à residência dos pais, e não mais nos arredores de maternidade.

                                                                                                                       Fonte: baby Center Brasil